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Tendências em Branding para 2024

  • Foto do escritor: Céu Studart
    Céu Studart
  • 19 de dez. de 2023
  • 2 min de leitura

Antes de tudo quero fazer uma observação pertinente: o que destaco nesse artigo são leituras de comportamentos do mercado em relação à gestão das marcas, nada de adivinhações.


Feita a observação, vamos lá.


Estamos em um cenário bastante positivo para o branding. Muitas empresas entenderam a sua importância e, de uma forma geral, acredito que mais e mais irão despertar para os benefícios de se trabalhar de uma forma estratégica a gestão das suas marcas. Isso em razão da alta concorrência, da comoditização do mercado e da saturação dos investimentos em mídia paga.


O branding vem com força total, pois com força total também vem a necessidade de geração de valor e experiências positivas e memoráveis para os consumidores, como forma de promover resultados sustentáveis para os negócios.


E o branding é o caminho.


Em 2024, esse caminho irá apontar para:


  1. Marcas liderando mudanças. As marcas serão, cada vez mais, “impulsionadas” a serem agentes de mudança de uma forma verdadeira, sendo solução para os problemas dos clientes e até das comunidades. O foco será na conexão verdadeira com as pessoas, a sociedade e suas necessidade. ESG genuíno e verdadeiro. Marcas que são soluções e não parte do problema.

  2. Employer branding virá com força total, transformando a marca em um ativo para o mercado de trabalho, atraindo e retendo os melhores talentos nas empresas com base na cultura e nos valores da marca. Foco deverá ser sempre nas pessoas.

  3. Fortalecimento da humanização das marcas. Com o crescimento do acesso às ferramentas de inteligência artificial, será necessário fortalecer a humanização das marcas, vivenciando os seus valores e colocando a brand persona em atuação de forma clara para favorecer a humanização e a conexão com os consumidores.  

  4. Collabs. Aquele lema: fazer junto é muito melhor e torna o caminho mais rico, fará todo o sentido em 2024, pois somam audiências, aumentando a visibilidade e o alcance das marcas na vida dos seus consumidores. As collabs também oxigenam as marcas de uma forma criativa, atraindo os clientes e promovendo resultados positivos de identidade e financeiros.

  5. Comunidade de marcas.  Não é nenhuma novidade que os consumidores querem ser ouvidos, mas eles querem ser também protagonistas e atuantes. As marcas precisam levar o protagonismo para eles em todos os sentidos, seja no desenvolvimento de novos produtos, seja na geração de conteúdos personalizados. O consumidor precisa se sentir parte do processo. Afinal, como costumo dizer: uma marca quando é lançada no mercado, ela não é mais da empresa, mas sim do consumidor. É preciso olhar entender a força que tem essa afirmação.

  6. Branding e Performance. E não: Branding versus Performance. Eles deverão trabalhar juntos de forma integrada. Um fortalecendo o outro. Usar os canais de marketing digital para construir uma marca forte e também gerar leads e vendas. É estratégico que os anúncios realizados pela área de performance devem focar também nos ativos de marca, reforçando os seus diferenciais, as suas identidades visual e verbal, o seu posicionamento para construir uma imagem positiva na mente e no coração do seu consumidor. a marca impulsiona a performance e a performance deve impulsionar a marca também.


Esses movimentos que as marcas estão fazendo em sua gestão ficarão ainda mais forte no ano que vem. Por isso, é fundamental que o branding seja realizado de forma profissional e estratégica.

 
 
 

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