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Quem quer ser diferente não copia

  • Foto do escritor: Céu Studart
    Céu Studart
  • 25 de set. de 2023
  • 1 min de leitura

Estratégia e Branding não são generalizáveis. Não tem mágica nem resposta pronta. Marca gera valor porque não é copiável. Então não copiem!”, li essa afirmativa no artigo escrito por Marcos Bedendo, com o título “Não se engane: branding é ciência, não buzzword”, publicado na revista Exame e a minha vontade é de coloca-la num Leddoor com cores vibrantes nas principais avenidas das cidades.


Como ser diferente, copiando? Em resumo é isso. Bingo!


Essa é a reflexão que todo executivo deveria fazer quando for traçar as estratégias para a sua marca. Ele deve olhar para a essência dela, para os seus diferenciais e para o que os consumidores valorizam nela.


Olhar para a concorrência, só se for para fazer diferente dela. É isso que sempre falo aos meus clientes e o meu desejo é que isso vire um mantra mesmo.


O que também é muito importante de ser feita é a análise do contexto do mercado e das tendências, a fim de que a marca acompanhe as mudanças e não fique obsoleta.


Mas se você ainda não se convenceu de que copiar a concorrência não vale à pena, talvez se convença agora com esse outro argumento: você corre o risco de copiar uma estratégia que a concorrência está executando e que pode não está trazendo resultado. Você não tem acesso aos dados do concorrente e as aparências enganam.


O que pode parecer um sucesso, pode não ser sucesso quando se analisa os números, o custo e o resultado efetivo dele. Então, por mais que seja tentador copiar a concorrência, não caia nessa armadilha.


Para ser única, sua marca deve realizar ações únicas.


Pense nisso!

 
 
 

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